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	<title>blog.webtopia &#187; Dica</title>
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		<title>Não perca essas tecnologias de vista em 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 15:57:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/cloud-computing2.jpg" height="190" width="436" alt=""></div> 
Lista traz novidades como tablets e o Windows 8 juntamente com velhos conhecidos como discos de estado sólido e o sistema Linux.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma variedade de novas tecnologias avançando em 2012 que você devia investigar, se já não estiver fazendo isso, para dar um impulso para sua pequena empresa frente à concorrência. Essas tecnologias recentes estão começando a ser adotadas de forma ampla e continuarão a direcionar os negócios para frente.</p>
<p><strong>1. Tablets</strong></p>
<p>Os tablets são altamente visados, e muitos usuários os querem, nem que seja para apenas ler livros e consumir mídia. No entanto, a partir de uma perspectiva corporativa, substituir notebooks por tablets de custo mais baixo pode ter um benefício duplo de reduzir gastos assim como aumentar a satisfação dos usuários. A segurança pode ser um problema, para proteger os dados da companhia e manter afastados os malwares e outras ameaças. Felizmente, tanto os fornecedores de criptografias quanto os fabricantes de antivírus estão ocupados criando produtos focados no mercado corporativo que podem ajudar a melhorar a segurança desses dispositivos.</p>
<p><strong>2. Windows 8</strong></p>
<p>Como as versões anteriores do Windows, o Windows 8 provavelmente não será adotado com muita pressa. No entanto, as capacidades intrigantes do novo sistema da Microsoft, especialmente em conjunto com o Windows Mobile 8 e o Windows Server 8 para criar um ambiente de comunicações unificado, fácil de usar e totalmente capaz pode significar uma adoção rápida para empresas altamente móveis que podem se beneficiar do modelo de acesso a partir de qualquer local.</p>
<p><strong>3. Grandes dados</strong></p>
<p>A companhia que pode melhor servir seus clientes será aquela com mais chances de sucesso – e isso está relacionando a saber o máximo possível sobre esses clientes. O Hadoop é um sistema desenvolvido pela Apache Foundation para processar grandes quantidades de dados. À medida que as organização acumulam terabytes de dados sobre consumidores, processos corporativos, parceiros e mais, o modelo de uma única base de dados rodando em um só servidor torna-se menos útil. O Hadoop roda em vários sistemas ao mesmo tempo, permitindo maiores conjuntos de dados assim como ferramentas de busca separadas para diferentes propósitos.</p>
<p><strong>4. Virtualização de armazenamento</strong></p>
<p>A virtualização de armazenamento permite que muitos recursos úteis sejam armazenados em sistemas de rede. Colocar uma camada de virtualização entre os servidores permite abastecimento fino, empilhamento automático de armazenamento, snapshots instantâneas e deduplicação. Como não há uma relação direta entre o volume que um servidor organiza e o armazenamento físico sendo usado, um volume pode na verdade ser espalhado por vários sistemas. Isso permite que os arquivos mais usados sejam armazenados nos drives mais rápidos (empilhamento automático), para os volumes serem expandidos conforme necessário (abastecimento fino), para um sistema armazenar apenas uma cópia de cada arquivo único (deduplicação) e para cópias instantâneas de volume a serem feitas para backups, recuperação de sistema, e outros usos (snapshots).</p>
<p><strong>5. Virtualização de redes</strong></p>
<p>Softwares de virtualização de rede, como Vmware e o Hyper-V, são apenas o início de um ambiente verdadeiramente virtual. Para criar uma nuvem privada útil, você precisa conseguir construir várias redes separadas, cada uma rodando diferentes aplicativos virtuais. Isso habilita redes para clientes, usuários internos, desenvolvedores de programas e por aí vai, sem precisar de um hardware diferente para cada um deles. Combinada com a virtualização de servidores e armazenamento, a virtualização de redes facilita um centro de dados fluido e responsivo, onde você pode mover recursos de uma rede para outra sem precisar reconfigurar o hardware. E com a virtualização de rede, cada servidor virtual pode ter sua própria conexão gigabit Ethernet.</p>
<p><strong>6. Backups na nuvem</strong></p>
<p>Administradores de sistema experientes podem ser desconfiados sobre terceirizar aplicativos críticos, mas com backups isso pode fazer muito sentido. Como os backups são uma cópia secundária ou terciária dos seus dados, os backups na nuvem podem satisfazer de modo mais disponível o arquivamento ou a recuperação de desastres do que mover fitas por aí. Uma vez que os serviços na nuvem são normalmente baseados em disco, recuperar é mais rápido do que encontrar, ajustar e ler fitas, e a capacidade pode crescer conforme o necessário sem a necessidade de novos equipamentos.</p>
<p><strong>7. Discos de estado sólido (SSDs)</strong></p>
<p>Os discos de estado sólido estão no mercado há anos, mas duas coisas podem movê-los para um papel mais central no ambiente de TI. A primeira delas é a capacidade de um número de sistemas usar os SSDs como cache, efetivamente dando a um sistema inteiro de armazenamento a performance de SSDs enquanto mantém o baixo custo do armazenamento baseado em discos rígidos. O segundo fator é a destruição das fábricas de discos rígidos com a enchente na Tailândia neste ano. Os preços de HDs provavelmente continuarão altos em 2012. Ao mesmo tempo, os valores dos SSDs estão caindo e suas habilidades cada vez melhores.</p>
<p><strong>8. IPv6</strong></p>
<p>A versão 6 do Internet Protocol substitui o antigo IPv4. Bloqueio de endereços para novos domínios não estão mais disponíveis para o IPv4. Isso não significa que você não possa mais ter um endereço IPv4. No entanto, o IPv6 está começando a ser adotado mais amplamente, e pode render vantagens substanciais – como comunicações unificadas ou acesso remoto usando o Windows 2008r2, onde um usuário pode acessar facilmente recursos corporativos a partir de qualquer lugar no mundo.</p>
<p><strong>9. Linux</strong></p>
<p>O Linux não é nada novo, e tem sido usado por muitos anos em tarefas especializadas como servidores web e servidores de aplicativos. Agora, no entanto, o sistema de código aberto está fazendo seu caminho para os ambientes de produção, com servidores de base de dados, servidores de arquivo e impressão, e até mesmo estações de trabalho rodando o SO. Sua ótima customização, capacidade de rodar em computadores muito mais baratos do que o Windows consegue, e a disponibilidade de aplicativos de código aberto maduros para praticamente qualquer app corporativo significa que ele pode ser uma opção muito mais em conta de rodar do que os sistemas operacionais rivais.</p>
<p><strong>10. Aplicativos na nuvem</strong></p>
<p>Os serviços na nuvem se expandiram nos últimos anos de aplicativos especializados, como folha de pagamento, até pacotes corporativos mais gerais como Office 365 ou Google Apps for Business, para chegar até essenciais de TI como armazenamento ou servidores. Apesar de as quedas de serviço e perda de dados terem sido muito noticiados, elas na verdade afetaram relativamente poucos clientes por períodos curtos de tempo.  O truque verdadeiro é usar a nuvem de forma eficiente enquanto se mantém a segurança e a disponibilidade dos dados – o que não é uma tarefa fácil.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">Fonte: cio.uol</span></p>
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		<title>5 Ferramentas grátis para monitorar sua presença on-line</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/5-ferramentas-gratis-para-monitorar-sua-presenca-on-line/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/5-ferramentas-gratis-para-monitorar-sua-presenca-on-line/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 13:21:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/redes-sociais/" title="Redes Sociais">Redes Sociais</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/09/twittercounter.jpg" height="155" width="436" alt=""></div> 
É importante monitorar a sua presença online. A sua presença online influência e pode ter um grande efeito sobre o número de clientes ou visitantes. Monitorar sua presença on-line pode ajudá-lo a tomar decisões sobre comunicação e marketing. É também uma ótima maneira de reunir feedback.

Isso não tem que ser uma tarefa demorada. Algumas horas por semana podem ajudá-lo muito. E com essas ferramentas gratuitas para monitorar a sua presença online, você vai ser capaz de trabalhar ainda mais eficaz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É importante monitorar a sua presença online. A sua presença online influência e pode ter um grande efeito sobre o número de clientes ou visitantes. Monitorar sua presença on-line pode ajudá-lo a tomar decisões sobre comunicação e marketing. É também uma ótima maneira de reunir feedback.</p>
<p>Isso não tem que ser uma tarefa demorada. Algumas horas por semana podem ajudá-lo muito. E com essas ferramentas gratuitas para monitorar a sua presença online, você vai ser capaz de trabalhar ainda mais eficaz.</p>
<h2>1) Os motores de busca</h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1031" title="searchengine" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/searchengine.jpg" alt="" width="439" height="108" /></p>
<p>Uma das ferramentas mais versáteis, mas muitas vezes esquecido para monitorar a sua presença on-line são os motores de busca . Tenho certeza, a maioria de vocês já pesquisou seu próprio nome e encontrou alguns resultados interessantes. Realize uma busca rápida para o seu site / blog / empresa e dar uma olhada na página de resultado de pesquisa do motor  como: o seu Rank do Web site? Você pode ver os perfis de mídia social? Que outros sites link para seu site?</p>
<p>Quando você está falando sobre motores de busca provavelmente você está se referindo ao Google. O Google também permite que você procure blogs e fóruns de discussão, o que pode vir a calhar. Use os Alertas do Google para receber um e-mail assim que sua palavra-chave é encontrado online. Esta é uma ótima maneira de descobrir novas discussões e citações online.</p>
<h2><a title="TwitterCounter" href="http://twittercounter.com/" target="_blank">2) TwitterCounter</a></h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1032" title="twittercounter" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/twittercounter.jpg" alt="" width="445" height="110" /></p>
<p>TwitterCounter fornece um monte de informações úteis sobre a sua presença no Twitter. Você obtém insights sobre o número de seguidores, tweets, ranking, influência &#8230; Há também uma versão premium com atualizações de hora em hora, menciona, retweets e relatórios. A versão premium também tem suporte para vários usuários.Embora a versão premium é extensa, a versão gratuita não é nada mau. Existem algumas estatísticas úteis na versão gratuita que pode ajudá-lo a monitorar a sua presença online e influência.</p>
<h2><a title="Klout" href="http://klout.com/home" target="_blank">3) Klout</a></h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1033" title="klout" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/klout.jpg" alt="" width="440" height="108" /></p>
<p>O Klout mede a sua influência online baseado em sua capacidade de conduzir a ação. Toda vez que você criar conteúdo ou acoplá-lo e influenciar os outros. The Score Klout usa dados do Twitter, Facebook e LinkedIn. A partir destes dados, o Klout mede quantas pessoas você influencia e como você é influente. Um dos recursos mais legais é o &#8220;Klout Style &#8216;onde você está atribuído um perfil que descreve sua influência online.</p>
<h2><a title="BoardTracker" href="http://www.boardtracker.com/" target="_blank">4) BoardTracker</a></h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1034" title="boardtracker" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/boardtracker.jpg" alt="" width="439" height="108" /></p>
<p>Quer saber o que as pessoas estão dizendo sobre você ou seu site / blog em fóruns de discussão? Tente usar BoardTracker para isso. Ele pode ser usado da mesma forma como um motor de busca, mas em vez de procurar em sites, o BoardTracker burca em tópicos de fóruns só. Você pode pré-definir os termos de busca e preferências e o BoardTracker irá notificá-lo em um número de formas (e-mail, Jabber, Site), assim como seu termo de pesquisa é postado em qualquer um dos milhares de fóruns que trilha.</p>
<h2><a title="Blogdigger" href="http://www.blogdigger.com" target="_blank">5) Blogdigger</a></h2>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1035" title="blogdigger" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/blogdigger.jpg" alt="" width="439" height="108" /></p>
<p>Até agora temos discutido ferramentas que ajudam a monitorar sites twitter, e fóruns de discussão. Mas há uma outra grande parte do mundo on-line que nós não exploramos ainda: weblogs. Digite Blogdigger &#8230; Este websites é um motor de busca de RSS e blogs. Ele indexa o conteúdo do blog e torna disponível para pesquisa. Blogdigger também faz todos os resultados de pesquisa disponíveis em RSS ou Atom, para que os usuários podem se inscrever para buscas de palavras-chave e automaticamente ser notificado, através do agregador de notícias de sua escolha, com novos conteúdos referentes aos seus interesses.</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: theroxo</p>
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		<title>Os melhores plugins de segurança para WordPress</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/os-melhores-plugins-de-seguranca-para-wordpress/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/os-melhores-plugins-de-seguranca-para-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2011 15:17:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/wordpress/" title="wordpress">wordpress</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/wordpress-security-plugins.jpg" height="290" width="436" alt=""></div> 
Para o ajudar a proteger melhor o seu site, deixamos-lhe uma lista com os seguintes plugins de segurança]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tenha em consideração que não deverá instalar todos esses plugins simultaneamente. Procure selecionar somente aqueles que lhe fazem falta e que de alguma forma complementam a segurança do seu site.</p>
<p>Embora o WordPress seja uma plataforma extremamente sólida, infelizmente, muitos usuários sofrem ataques exteriores pelas mais diversas razões, sendo que manter a sua instalação atualizada é uma das melhores formas de se proteger contra eventuais ataques. Para o ajudar a proteger melhor o seu site, deixamos-lhe uma lista com os seguintes plugins de segurança:</p>
<h4>Login Lockdown WordPress Security</h4>
<p>Faz um registro dos endereços de IP que tentam efetuar login no seu site, mas que por alguma razão falham. Depois de um certo número de logins falhados, o plugin bloqueia a caixa de login a esse usuário durante um tempo predefinido. Este plugin poderá ajudá-lo contra ataques forçados.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38606.jpg" alt="" /></p>
<h4>WP Security Scan</h4>
<p>Efetua o escaneamento do seu site procurando por vulnerabilidades. Caso encontre alguma, ele sugere formas de resolver esses problemas encontrados.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38600.jpg" alt="" /></p>
<h4>Antivirus para WordPress</h4>
<p>Procura por injecções maliciosas e possíveis ataques ao seu blog, bem como procura por worms e malware no seu sistema WordPress.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38604.jpg" alt="" /></p>
<h4>Secure WordPress</h4>
<p>Remove mensagens de erro nas páginas de login, adiciona  arquivos index.html aos seus diretórios para prevenir acesso às listagens de arquivos, remove a versão do seu WordPress e oferece ainda segurança extra para o seu site.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38596.jpg" alt="" /></p>
<h4>Backup WordPress</h4>
<p>Permite fazer backups da sua instalação do WordPress. E oferece opções para arquivos, bem como download do seu banco de dados e das tabelas.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38594.jpg" alt="" /></p>
<h4>WP Sentry</h4>
<p>Tem como objetivo criar acessos restritos às postagens do seu site, permitindo-lhe criar discussões e artigos que são publicados sem que os buscadores consigam encontrá-las.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38598.jpg" alt="" /></p>
<h4>Stealth Login</h4>
<p>Permite criar URLs customizados para efetuar o login em seu site e também para a sua página de registo do WordPress. Se preferir, também poderá bloquear o acesso à sua página wp-login.php diretamente. Esta é uma forma de você mudar a direção de login e registo do seu site, sem que ninguém perceba.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38602.jpg" alt="" /></p>
<h4>Admin Log</h4>
<p>Permite manter um registro de quem acessa o seu painel administrativo, bem como quais as seções que visitou e onde esteve navegando. Este plugin é muito interessante para sites com múltiplos autores.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38592.jpg" alt="" /></p>
<h4>Limit Login Attempts</h4>
<p>O WordPress por padrão não tem limite de tentativas de login no seu blog. Com esse plugin você poderá limitar o número de logins por usuário, aumentando a segurança do seu site.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38588.jpg" alt="" /></p>
<h4>Backups para Dropbox</h4>
<p>No artigo <a href="http://www.escolawp.com/2011/05/como-fazer-backups-automaticos-do-seu-blog-wordpress-para-o-dropbox/">&#8220;Como fazer backups automáticos do seu blog WordPress para o Dropbox&#8221;</a> há o passo-a-passo para usar esse incrível plugin e sincronizar seu site com a sua conta do Dropbox (que é grátis) e ter seus backups realizados automaticamente e em segurança num servidor exterior. Dessa forma você pode aumentar drasticamente a segurança de seu site, mesmo em caso de ataques.</p>
<p><img src="http://conteudo.imasters.com.br/21484/38590.jpg" alt="" /><br />
E você, usa quais plugins para proteger seu site? Compartilhe conosco!</p>
<p>Até já!</p>
<p style="text-align: right;">Fonte: Paulo Faustino<strong> &#8211; </strong>imasters</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Conheça 7 ferramentas do Twitter que podem ajudar no seu trabalho</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/conheca-7-ferramentas-do-twitter-que-podem-ajudar-no-seu-trabalho/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/conheca-7-ferramentas-do-twitter-que-podem-ajudar-no-seu-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 16:06:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/redes-sociais/" title="Redes Sociais">Redes Sociais</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/GroupTweet.jpg" height="242" width="436" alt=""></div>
Há ferramentas para agendar compromissos, encontrar perfis por categorias, criar eventos e enviar convites, entre outras funcionalidades. A cada dia surgem novas ferramentas, algumas para revirar seus seguidores, outras para melhorar sua presença no microblog. Confira algumas dicas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Twitter não é só para acompanhar notícias da mídia e dos amigos, mas também serve para facilitar a vida das empresas e agências de comunicação. Há ferramentas para agendar compromissos, encontrar perfis por categorias, criar eventos e enviar convites, entre outras funcionalidades.</p>
<p>A cada dia surgem novas ferramentas, algumas para revirar seus seguidores, outras para melhorar sua presença no microblog. Confira algumas:</p>
<p>1) <a href="http://www.grouptweet.com/">GroupTweet</a> – Envie mensagens pessoais para grupos de pessoas de uma só vez.</p>
<p>2) <a href="http://twittelembra.com/">Twittelembra</a> – É uma espécie de agenda via twitter. Cadastre seus compromissos e quando quer ser lembrado e receba pelo twitter.</p>
<p>3) <a href="http://www.eusigo.com/">Eusigo</a> – Encontre pessoas de acordo com os assuntos que elas tratam (música, design, jornalismo, entre outras) –</p>
<p>4) <a href="http://twtvite.com/">Twitvite</a> – Ferramenta para criar eventos e enviar convites</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/14746599?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p>5) <a href="http://twtpoll.com/">Twtpoll</a> – Faça enquetes e publique diretamente no seu Twitter.</p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/22880109?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="300" frameborder="0"></iframe></p>
<p>6) <a href="http://untweeps.com/">Untweeps</a> &#8211; Saiba quem está inativo no Twitter e dê unfollow em massa nos que não tuitam com frequência, assim você mantém seu perfil mais ativo e participativo.</p>
<p>7)  <a href="http://tweetwasters.com/">Tweetmasters</a> &#8211; Para não perder o foco e saber se você está gastando tempo demais ou de menos no Twitter, essa ferramenta analisa quanto tempo você já gastou tuitando. No caso do @comuniquese, escrevemos mais de 54 horas no microblog desde março de 2009</p>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">Fonte: Comunique-se</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Desenvolvimento: a importância dos padrões na web</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/desenvolvimento-a-importancia-dos-padroes-na-web/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/desenvolvimento-a-importancia-dos-padroes-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 17:04:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Developer]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webtopia.com.br/blog/?p=936</guid>
		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/developer/" title="Developer">Developer</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/webstandards.jpg" height="255" width="436" alt=""></div>
Estar nos conformes da criação de Sites e Aplicações Web deixou de ser uma opção dispendiosa há algum tempo. Trata-se de uma necessidade para sobrevivência. Termos como navegabilidade, usabilidade, tableless, css, Javascript não-obtrusivo etc, devem fazer parte do vocabulário de qualquer um que arrisque autodenominar-se desenvolvedor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tentar estabelecer a linha de evolução dos recursos para desenvolvimento web é algo, no mínimo, curioso. O que se percebe é uma espiral se formando ao longo dos anos. No início, não havia a visão que há hoje, obviamente, pois os recursos eram extremamente limitados, bem como as possibilidades e, consequentemente, a criatividade.</p>
<p>Estávamos atados ao html puro, no máximo, com direito a algumas firulas, tais como gifs animados vertiginosamente bizarros e outras coisas pouco úteis (comparando com o cenário atual). Novas tecnologias surgiam, muitas delas sem um problema para resolver, ou sem um campo real para aplicação prática, o que ocasionou mortes antes mesmo da concepção. Outras justificaram sua existência e garantiram alguma posição na seleção natural.</p>
<p>Vários conceitos e ideologias ganharam lugar &#8211; RIA, WYSIWYG, orientação a objetos, enfim. Vimos-nos com os pés na areia. Ondas de novas possibilidades e inovações chegando minuto a minuto, vindas de um mar infinito. Claro, muitos benefícios. Contudo, perceba as incompatibilidades entre tecnologias, a dificuldade em acompanhar, ao menos de longe, o turbilhão de conhecimento a ser digerido para que se possa usufruir de, ainda, uma pequenina porcentagem desse mundo de maravilhas. É justamente aí que se torna engraçado (ha-ha)!</p>
<p>Saímos do ponto de partida descalços, precariamente vestidos e fazendo completo uso de tudo que estava ao alcance, para sobreviver. Em poucos anos, foi posta à disposição uma infinidade de roupas e calçados! Tênis concebidos nas raízes da física quântica, vestimentas tão modernas que levam pelo menos duas estações do ano para serem compreendidas e, quando finalmente conseguimos vesti-la em um dos braços, ela já não se adequa aos padrões da sociedade e deve ser descartada!</p>
<p>Percebe a espiral? O que faz com que a linha tome esta trajetória é a forma mal organizada como as coisas acontecem. Há 15 anos, os browsers não suportavam certos websites. Hoje, as aplicações devem oferecer compatibilidade a &#8220;n&#8221; browsers diferentes, moldados segundo pontos de vista contraditórios. É neste paradoxo que milhares de pessoas gastam suas energias tentando encontrar soluções, e com o qual outras milhares sequer se preocupam (público-alvo deste apelo <img src='http://webtopia.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> ).</p>
<p>Aos navegantes de primeira viagem, e aos lobos-dos-mares: ponham-se em direção aos padrões de desenvolvimento! Exageros à parte, padrões são legais. Garantem que seja lá o que você tenha desenvolvido apresente compatibilidade mínima para navegação com os principais browsers do mercado. Além de dar credibilidade à sua obra, e colocá-lo em vantagem em relação a concorrentes que ainda não fazem uso dos padrões da Web.</p>
<p><strong>Fique atento!</strong></p>
<p>Estar nos conformes da criação de Sites e Aplicações Web deixou de ser uma opção dispendiosa há algum tempo. Trata-se de uma necessidade para sobrevivência. Termos como navegabilidade, usabilidade, tableless, css, Javascript não-obtrusivo etc, devem fazer parte do vocabulário de qualquer um que arrisque autodenominar-se desenvolvedor.</p>
<p><em>Utilidade pública:</em></p>
<ul>
<li><a href="http://www.w3c.br/">Site da W3C</a> (Brasil)</li>
</ul>
<ul>
<li><a href="http://icant.co.uk/articles/seven-rules-of-unobtrusive-javascript/">As 7 regras do Javascript não-obtrusivo</a> (Em inglês)</li>
</ul>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://webtopia.com.br/blog/desenvolvimento-a-importancia-dos-padroes-na-web/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Segurança: 5 dicas para você não ser vítima de golpes por email</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/seguranca-5-dicas-para-voce-nao-ser-vitima-de-golpes-por-email/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/seguranca-5-dicas-para-voce-nao-ser-vitima-de-golpes-por-email/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 16:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/spam.jpg" height="286" width="436" alt=""></div>
Links anexos, arquivos que devem ser baixados e outra miríade de artifícios fazem parte do arsenal de cibercriminosos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Links anexos, arquivos que devem ser baixados e outra miríade de artifícios fazem parte do arsenal de cibercriminosos.</strong></p>
<div>
<div>
<p>A técnica de tentar infectar uma máquina com base em emails contendo arquivos anexos ou tentando se passar por outra pessoa é quase milenar. Ainda assim, e possivelmente por força de sua permanência no meio digital, essas técnicas foram refinadas e passam a representar um perigo maior do que o de anos passados.</p>
<p>Segundo o departamento para emergências de informática dos EUA (US-Cert), os emails do tipo phishing foram responsáveis por 53% dos incidentes de segurança na América do Norte, em 2010.</p>
<p>Ocorre que os ataques via email da atualidade são feitos sob medida para atingir um determinado usuário dentro de uma organização específica. Depois da recente invasão e do furto de dados de clientes ocorrido nos servidores da Epsilon, especialistas sugerem a clientes de bancos que se preparem para uma onda de ataques baseadas nas informações obtidas no ataque.</p>
<p>Os dias em que phishers (quem envia os emails falsos) mandavam uma centena de emails iguais para várias caixas de entrada e com mensagens sem o mínimo de personalização ou lotadas de erros de grafia são – quase – página virada na história. Os criminosos digitais perceberam que com um pouco mais de trabalho e levantamento de informações sobre a vítima, é possível armar esquemas que passam confiança aos olhos do usuário menos experiente. Afinal de contas, infectar uma máquina é suficiente para comprometer a segurança de toda a rede corporativa.</p>
<p><strong>Leia também:</strong><a title="Golpes de phishing são mais eficazes entre usuários de smartphone" href="http://idgnow.uol.com.br/seguranca/2011/01/10/golpes-de-phishing-sao-mais-eficazes-entre-usuarios-de-smartphone"> Golpes de phishing são mais eficazes entre usuários de smartphone</a></p>
<p>“Vemos cada vez mais cenários em que dois ou três emails são enviados contendo arquivos maliciosos”, avisa Jim Hansen, da empresa de segurança digital<a href="http://www.phishme.com/"> PhishMe</a>.</p>
<p>Com o objetivo de oferecer aos usuários uma forma de se defenderam desse tipo de ataque, a PhishMe desenvolveu um treinamento que visa mudar o comportamento das pessoas em casos de eventuais ataques via phishing email.</p>
<p>Veja quais são as dicas:</p>
<p><strong>Ceticismo é bom</strong><br />
Tenha sempre prontas as perguntas: de quem veio esse email? “Casos seja alguém desconhecido, as chances de ser uma mensagem absolutamente inútil/maléfica são grandes”, adverte Hansen. Sempre vale a pena investigar o domínio de envio do email no Google antes de prosseguir na abertura da mensagem. O domínio é toda a parte que fica do lado direito da @. Exemplo: <em>atendimento@dominio22997765.com.br</em></p>
<p>“Sei que somos, todos nós, pessoas bastante ocupadas, mas não custa prestar atenção na hora de verificar seus emails”, completa.</p>
<p><strong>Com anexos, todo cuidado é pouco</strong><br />
“Se, ao abrir um email, você for orientado a fazer o download de arquivos – sejam estes de qual natureza forem – não o faça”, adverte Hansen. Para ele, na melhor das hipóteses, o usuário receberá uma dúzia de mensagens irrelevantes, poucas horas depois de abrir os anexos. “Já na pior”, continua Hansen, “você estará abrindo o seu computador para um hacker”.</p>
<p>Não interessa se a mensagem for enviada por alguém desconhecido ou alguém que você conheça bem – confirmar com a pessoa o envio, antes de abrir, o anexo, é fundamental.</p>
<p><strong>Ignore instruções – sejam estas quais forem</strong><br />
“Cada vez que uma mensagem instrui um usuário a realizar uma ação, vale a pena dobrar o cuidado com essa mensagem”, diz Hansen. Para o consultor, se uma coisa parece boa demais para ser verdade, é mentira.</p>
<p>“Normalmente, o criminoso apela para uma tática baseada em dois princípios: recompensa ou autoridade”, diz.</p>
<p>Nos golpes em que o hacker tenta se passar por uma autoridade, ele irá tentar persuadir o usuário a tomar alguma medida em nome de um órgão ou departamento de Estado ou da própria empresa. A mensagem pode dizer que seu computador está infectado, e que você deve clicar imediatamente em um link para executar a desinfecção automática do computador. Em outra modalidade, na mesma linha, a mensagem diz ser do RH e pede que você complete um formulário online. Existem, ainda, os casos em que quem envia a mensagem afirma ser de seu banco e que sua conta corrente fora invadida, em seguida irá pedir para o usuário confirmar seus dados, incluindo a senha.</p>
<p>Nos casos em que são oferecidas recompensas, existe uma miríade de golpes. Desde prêmios em dinheiro, a iPads – todas vão requerer que o usuário complete algum formulário obscuro.</p>
<p>“Não dê atenção a essas tentativas”, adverte Hansen.</p>
<p><strong>Verifique o link</strong><br />
Para onde aponta o link da mensagem? “Quase todas as mensagens malintencionadas apresentam um link em que o usuário é persuadido a clicar”, diz Hansen. Apesar de teoricamente esse link apontar para sua conta no Facebook ou sua conta bancária, o destino desse atalho pode ser bem menos relevante que isso.</p>
<p>A maneira mais fácil de descobrir a autenticidade do atalho é encostar com o mouse em cima do link e observar, no rodapé da janela de navegação ou do cliente de email, para onde esse link realmente aponta.</p>
<p>Possivelmente, o atalho exibido mostre um número IP, como 192.168.1.1 – já é um bom indicativo de que você não vai gostar do que se esconde atrás desse atalho.</p>
<p>Ainda: com a popularização de encurtadores de URL como o bit.ly, ficou quase impossível descobrir o real destino do link na mensagem. Existe, porém, uma maneira de verificar o destino do atalho: Copie o link encurtado, que deverá se parecer com <em>bit.ly/ju897897hyt</em> e cole-o na barra de endereços do navegador, adicionando um sinal de adição ao seu final. O resultado final será <em>bit.ly/ju897897hyt+</em>. Ao pressionar enter depois de inserir esse atalho, o usuário é levado até a página do encurtador, onde poderá verificar o destino do link, sem correr qualquer risco. Nessa página, também verá quantas vezes o link foi clicado desde sua criação. Saiba que se for, de fato, um atalho para uma página de banco ou sua página do Facebook, o número de cliques deverá ser zero.</p>
<p><strong>Lembre-se do telefone</strong><br />
Faz tempo que não usa seu telefone para sua finalidade original, não faz? Bem, para muitos de nós, esse método arcaico de comunicação remete aos tempos da inquisição. Mesmo assim, tem sua utilidade nos dias de hoje.</p>
<p>Hansen sugere: “se você desconfia da autenticidade da mensagem e, ainda assim, ela urge que você tome uma atitude, passe a mão no telefone e ligue para a pessoa que – em tese – lhe enviou essa mensagem. Sim, se preferir pode mandar uma mensagem texto pelo telefone”.</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: left;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Por (Joan Goodchild) CSO/EUA</p>
]]></content:encoded>
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		<title>10 novidades fantásticas do novo WordPress 3.0</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/10-novidades-fantasticas-do-novo-wordpress-3-0/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 21:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Developer]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[wordpress]]></category>
		<category><![CDATA[Development]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/developer/" title="Developer">Developer</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/wordpress/" title="wordpress">wordpress</a></p><div class="Photo"><img src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/03/wp3.jpg" height="200" width="436" alt=""></div>
Além dos pontos principais que testei, percebi uma série de mudanças menores mas que facilitam muito a vida do administrador do WP. Coisas como aceitar tab para indentação na tela de edição de plugin, o comando install now na pesquisa de plugins, as verificações de segurança ao realizar ações maiores e alerta de possíveis problemas, etc.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Além dos pontos principais que testei, percebi uma série de mudanças menores mas que facilitam muito a vida do administrador do WP. Coisas como aceitar tab para indentação na tela de edição de plugin, o comando install now na pesquisa de plugins, as verificações de segurança ao realizar ações maiores e alerta de possíveis problemas, etc. <a title="Wordpress 3" href="http://codex.wordpress.org/Version_3.0" target="_blank">Veja a lista de novidades direto no site do WordPress.</a></p>
<p>Para testes, aconselho utilizar um banco de dados separado e um diretório diferente. Lembre-se que é uma versão BETA, ou seja, ainda não está oficialmente terminada, então, use-a com cautela.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Esta nova versão traz uma série de novas opções, nomeadamente artigos customizados, uma nova theme default, e ainda um novo gestor de menus.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja todos os detalhes da nova versão:</p>
<h1>1. ESCOLHA O SEU USERNAME E PASSWORD</h1>
<p style="text-align: justify;">A instalação do novo WordPress 3.0 inclui novidades interessantes. Actualmente, quando você instala o WordPress na raiz do seu servidor, você recebe automaticamente um username admin, e uma password gerada aleatoriamente. Isso deixará de acontecer – de agora em diante, o WordPress permite-lhe escolher o seu username e password no momento da sua instalação. Isto significa maior segurança desde o primeiro minuto. Antigamente todos os potenciais hackers sabiam que o username por defeito era “Admin”, sendo que nesta nova versão do WP3.0 esse dado passa a ser totalmente desconhecido.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-614" style="border: 0px none currentColor;" title="wp1" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp1.jpg" alt="" width="462" height="319" /></p>
<h1>2. NOVO THEME DEFAULT</h1>
<p style="text-align: justify;">O novo WordPress 3.0 oferece também um novo theme por defeito, intitulado TwentyTen (2010). Aparentemente, a equipa por detrás do WordPress tem como objectivo lançar um novo theme por defeito a cada ano que passa! O  novo TwentyTen é um tema simples e bastante atractivo. O tipo de letra utilizado é Georgia; oferece duas colunas, uma barra lateral e rodapé com suporte a widgets – e integra ainda menus dropdown muito atractivos! Pode ainda contar com uma alteração simplificada do cabeçalho e background, tal como acontecia com a versão actual do WordPress.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-615" style="border: 0px none currentColor;" title="wp2" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp2.jpg" alt="" width="480" height="363" /></p>
<h1>3. SUPORTE A BACKGROUNDS CUSTOMIZÁVEIS</h1>
<p style="text-align: justify;">O novo WordPress 3.0 adiciona também o novo suporte a backgrounds customizáveis. Basta adicionar o seguinte código no seu ficheiro functions.php para que o seu template passe a suportar também esta nova opção:</p>
<p style="text-align: center;">add_custom_background();</p>
<p style="text-align: justify;">Adicionando essa opção no seu código, você será brindado com um novo menu Background no seu separador Aparência, que se encontra no painel administrativo. Embora esta nova opção não seja propriamente o inventar da roda para todos os desenvolvedores web que já programam esta opção nos seus templates, ela poderá ser uma mais-valia para todos os novatos em WordPress.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-616" style="border: 0px none currentColor;" title="wp3" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp3.jpg" alt="" width="480" height="466" /></p>
<h1>4. CAPACIDADE PARA MULTI-SITE E FUSÃO COM WPMU</h1>
<p style="text-align: justify;">O WordPress e o WPMU (WordPress MultiUser) irão fundir o seu código. Isto torna muito mais fácil a gestão de grandes redes de projectos em WordPress. As novas opções para gestão Multi-Site passam a encontrar-se no menu Opções&gt;Rede.</p>
<p>Uma rede de sites em WordPress passa a ser muito mais fácil e simples de gerir – mesmo para quem utiliza estruturas baseadas em subdomínios do tipo subdomínio.domínio.com, ou mesmo para quem utiliza sub-directorias do tipo domínio.com/subdirectoria. Esta opção de carácter opcional, e os utilizadores tanto do WordPress como do WPMU não deverão sentir dificuldades em realizar a actualização.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-618" style="border: 0px none currentColor;" title="wp4" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp4.jpg" alt="" width="480" height="265" /></p>
<h1>5. NOVOS TIPOS DE ARTIGOS</h1>
<p style="text-align: justify;">Esta é também uma das grandes novidades do WP3.0! Antigamente, a única coisa que você poderia adicionar ao seu blog a partir do seu painel de administração eram novas páginas e novos artigos. Agora, você pode criar novos tipos de artigos para aparecerem no seu painel. Adicione o seguinte código para criar um novo tipo de artigos ‘Portfolio’:</p>
<p style="text-align: center;">&nbsp;</p>
<p>function post_type_portfolio() {<br />
register_post_type( ‘Portfolio’,<br />
array( ‘label’ =&gt; __(‘Portfolio’), ‘public’ =&gt; true, ’show_ui’ =&gt; true ) );<br />
register_taxonomy_for_object_type(‘post_tag’, ‘Portfolio’);<br />
}</p>
<p>add_action(‘init’, ‘post_type_portfolio’);</p>
<p style="text-align: justify;">Isto significa que aos poucos o WordPress está a tornar-se algo mais do que um CMS. Esta nova opção abre possibilidade infinitas aos desenvolvedores, e faz também com que estes deixem de ter necessidade de utilizar os campos personalizados (custom fields).</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-619" style="border: 0px none currentColor;" title="wp5" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp5.jpg" alt="" width="480" height="201" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h1>6. TAXONOMIAS CUSTOMIZÁVEIS</h1>
<p style="text-align: justify;">As taxonomias customizáveis foram tornadas mais simples de utilizar, especialmente no que toca à hierarquia– isso significa que você poderá ter uma taxonomia ‘Votos’ com várias sub-taxonomias. Isto significa que o WordPress está a fugir cada vez mais de um CMS típico e dedicado aos blogs, promovendo novas capacidades, tornando-o num CMS mais flexível, dinâmico e capaz.</p>
<h1>7. NOVO GESTOR DE MENUS</h1>
<p style="text-align: justify;">Esta é uma das grandes novidades do WordPress 3.0 – um gestor de menus. Este gestor foi originalmente criado pela WooThemes para os seus fantásticos wordpress themes, e mais tarde adaptado pela equipa do WordPress para a construção do seu novo painel de gestão de menus. Você pode criar rapidamente vários menus, categorias, e ainda links customizados para utilização interna ou externa! Do ponto de vista prático, esta novidade traz-nos um interface fantástico para criação de menus, ele facilita o trabalho de todos aqueles que desenvolvem para WordPress e torna a utilização do WordPress ainda mais simples para os utilizadores.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-621" style="border: 0px none currentColor;" title="wp6" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/wp6.jpg" alt="" width="480" height="658" /></p>
<h1>OUTRAS NOVIDADES A TER EM CONTA:</h1>
<p style="text-align: justify;">- Guia de boas-vindas: O novo WordPress 3.0 irá incluir um guia de boas-vindas para ajudar os novos utilizadores a compreenderem melhor o sistema e ensiná-los também o básico da utilização.<br />
- Templates específicas para autores: Actualmente já existe hierarquia para categorias e tags no Template Hierarchy, mas agora é possível fazer o mesmo com os autores. Isto significa que, se o autor se chamasse ‘Paulo’ com um id 1, o WordPress iria procurar primeiro pelo ficheiro author-paulo.php, e depois pelo author-1.php antes do author.php nos ficheiros do template.<br />
- Redesign do interface de Mídia: Iniciado, mas não integrado no WordPress 2.9, o novo separador Media no painel de administração irá sofrer um redesign muito interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">por Paulo Faustino &#8211; love wordpress</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Serviços de Web 2.0</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/servicos-de-web-2-0/</link>
		<comments>http://webtopia.com.br/blog/servicos-de-web-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:11:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Developer]]></category>
		<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Sites]]></category>
		<category><![CDATA[Web 2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://webtopia.com.br/blog/?p=506</guid>
		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/developer/" title="Developer">Developer</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a></p>A Internet transformou, e continuará a fazê-lo, a nossa vida como utilizadores de recursos TI. A evolução permanente deste meio agregador de conteúdos, surpreende pela sua imensidão. Existem serviços fantásticos online, gratuitos e de muita qualidade. Conheço variados serviços, vou tentar reunir alguns dos mais básicos, certamente o leitor conseguirá deixar a sua sugestão podendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-522" style="margin: 0px; border: 0px none currentColor;" title="tools" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/tools.jpg" alt="" width="179" height="179" />A Internet transformou, e continuará a fazê-lo, a nossa vida como utilizadores de recursos TI. A evolução permanente deste meio agregador de conteúdos, surpreende pela sua imensidão. Existem serviços fantásticos online, gratuitos e de muita qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço variados serviços, vou tentar reunir alguns dos mais básicos, certamente o leitor conseguirá deixar a sua sugestão podendo aumentar o leque de oferta.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.snipurl.com/site/index" target="_blank">SNIPURL</a><br />
Este serviço permite mascarar um endereço, tornando-o ao mesmo tempo mais curto, isto é imagine que tem um endereço muito longo, ao mandar por mail, ou mesmo quando quer referir esse link nalgum local por ser demasiado cumprido este torna-se pouco funcional e até pode dar azo a erros se não for devidamente escrito. Dentro destes serviço terá na sua conta os links originais e a respectiva equivalência.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-507 aligncenter" title="imagem_snipurl" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_snipurl.jpg" alt="" width="425" height="243" /></p>
<p><a href="http://tinyurl.com/" target="_blank">TinyURL</a><br />
Este serviço faz o mesmo que o anterior, mas ainda deixa o endereço mais pequeno. Se os endereços que mete ficam cortados perdendo o valor, então use esta ferramenta para deixar os links com outra aparência.</p>
<p><a href="http://www.dwarfurl.com/" target="_blank">dwarfURL</a><br />
Este é outro serviço que transforma um endereço longo num pequeno e arranjado endereço. Depois de os “transformar” este nunca expiram, possibilitando um arranjo ou uma mascara eterna para determinados links.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://lab.rails2u.com/polaroize/" target="_blank">Polaroize</a><br />
Polaroize é um serviço muito interess<br />
ante, se quiser dar um aspecto de fotografia polaroid às suas imagens então pode usar este scrip muito simples disponível neste lugar. Pouco há para dizer, apenas escolha a imagem a polarizar, defina a qualidade e execute, copie e utilize, simples.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" title="imagem_polaroize" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_polaroize.jpg" alt="" width="425" height="245" /></p>
<p><a href="http://browseatwork.com/" target="_blank">BrowseatWork</a><br />
Este serviço permite-lhe ultrapassar algumas linhas de proibição que possa ter dentro da sua rede de trabalho. Nalgumas empresas, escolas e serviços públicos, as pessoas estão limitadas quanto à utilização da Internet, usando um proxy o utilizador pode contornar algumas dessas barreiras e navegar “quase” livremente. Este é um serviço, mas muitos outros existem, fica apenas o exemplo.</p>
<p><a href="http://resizr.lord-lance.com/" target="_blank">ResizR</a><br />
Tem uma imagem grande e precisa de a recortar? Está numa máquina sem um editor de imagem que lhe faça isso.. e não sabe como pode resolver? Então este serviço é para si. ResizR permite redimensionar uma imagem usando a web. Importe a imagem do seu PC ou directamente da Internet, escolha a largura da imagem e converta. O serviço é rápido e o nível de qualidade é aceitável. Permite também rodar a imagem.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://fotoflexer.com/" target="_blank">FotoFlexer</a><br />
Ter um editor de imagem online também ajuda. Seguindo mais a fundo o passo anterior, imaginamos agora que precisamos de retocar uma imagem, ou mesmo elaborar um trabalho mais requintado, então o FotoFlexer vem mesmo a calhar. Neste serviço podemos importar uma imagem, alterar o tamanho, adicionar efeito, adicionar filtros de correcção, rodar, inverter, etc. Muitas possibilidades estão disponíveis. É um excelente serviço de edição de imagem.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-511" style="border: 0px none currentColor;" title="imagem_fotoflexer00" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_fotoflexer00.jpg" alt="" width="425" height="270" /></p>
<p><a href="http://yotophoto.com/" target="_blank">Yotophoto</a><br />
Para quem gosta e fotografia e imagens este local é obrigatório. Se pretende usar essas fotos para expor, então tem de cuidar dos direitos de autor, mas existem milhões delas que foram disponibilizadas de forma livre, as chamadas imagens copyleft. Livres de direitos de autor, prontas a serem usadas sem que tenha de pagar para isso. Este motor de pesquisa faz isso mesmo, encontra este tipo de imagens.</p>
<p><a href="http://www.improveyourimages.com/" target="_blank">Improve Your Images</a><br />
Esta ferramenta serve para melhorar as suas imagens. É um serviço mais restrito, apenas usa filtros para limpar algumas incorrecções que possam existir nas fotografias, por exemplo o efeito de olhos vermelhos, desequilíbrio de tonalidades cores, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.zamzar.com/" target="_blank">Zamzar</a><br />
Este serviço é fantástico, converte (quase) tudo o que possa imaginar. Seja imagem, vídeo ou ficheiros de dados este serviço tem sempre as possibilidade de conversão. Quer converter um .doc em .pdf? Então tem aqui a solução.Mandaram-lhe um .docx e não sabe como o converter? Não instale nada, converta online. Recolha vídeo de uma url e transforme imediatamente para um formato amigável, descarregue a conversão directamente no seu ambiente de trabalho. Ao fazer o registo o serviço dá-lhe mais recursos para conversão. Guarde bem este serviço.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-513" title="imagem_zamzar" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_zamzar.jpg" alt="" width="425" height="228" /></p>
<p><a href="http://media-convert.com/converter/" target="_blank">Media Convert</a><br />
Media-Convert funciona sem inscrição e gratuitamente. Não tem de instalar nada e nenhum “software” específico é necessário. Penas necessitam do browser. Pode converter diversos formatos de ficheiros. Os ficheiros estão acessíveis 7/7 dias, 24h/24. Escolham o formato de entrada (o formato o vosso ficheiro), depois o de saída (o formato desejado), e enviam o ficheiro através do formulário e é só esperar pelo ficheiro convertido. Além disso pode dividir o ficheiro em partes com determinado tamanho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.webmath.com/" target="_blank">WebMath</a><br />
É daquelas pessoas que detesta matemática? Não sabe multiplicar fracções? Problemas a calcular áreas? Então agarre-se a este serviço. Tem a “papinha” toda prontinha, é só usar. Para os estudantes este serviço é uma gota de mel no fel do dia a dia matemático. São dezenas de funções, cálculos, conversões e derivados.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-514" title="imagem_webmath" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_webmath.jpg" alt="" width="425" height="200" /></p>
<p><a href="http://www.pplware.com/2007/12/27/converticon/" target="_blank">ConvertIcon</a><br />
Este serviço é muito simples de entender e de usar. Se tem imagens que gostava que se tornassem num agradável ícone do seu ambiente de trabalho não precisa de procurar mais. Não necessita de instalar aplicações, siga apenas o caminho deste serviço.</p>
<p>Basta fazer o upload da imagem (PNG ou ICO) e esperar um segundo pelo link de download. Temos a nossa imagem pronta a usar com a correcta formatação .ico divirtam-se.</p>
<p><a href="http://www.webcalc.com.br/frame.asp?pag=http://www.webcalc.com.br/inicial.html" target="_blank">WebCAlc</a><br />
Aqui também de calculam valores. Mais simples embora mais especifico. Pode utilizar as categorias, seleccionar o tipo de cálculo e obter os resultados sem erro. Uma ferramenta importante no dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://maps.live.com/" target="_blank">Live Search Maps</a><br />
Antes de viajar passe em revista o caminho por onde irá passar. Os mapas indicam-lhe além do caminho, obviamente, zonas alternativas de passagem, já que a imagem aérea o informa de outros pormenores. Este serviço é rápido e pormenorizado, pode imprimir rotas pré-preparadas. Serviço desenvolvido pela Microsoft.</p>
<p><a href="http://maps.google.com/" target="_blank">Google Maps</a><br />
Este serviço, à semelhança do anterior, também lhe permite pesquisar e visualizar mapas e imagens de satélite da Terra. É um serviço gratuito na web fornecido pela empresa Google. Actualmente, o serviço disponibiliza mapas e rotas para qualquer ponto nos Estados Unidos, Canadá, na Europa, Austrália e Brasil, entre outros.</p>
<p><a href="http://www.pplware.com/2007/05/12/pic-resize-20/" target="_blank">Pic Resize 2.0</a><br />
O Pic Resize é um dos sítios na Internet que permite redimensionar imagens no seu computador, mas uma breve busca no Google irá retornar muitos outros serviços semelhantes. Pode redimensionar a imagem para 75%, 50% ou 25% do tamanho original ou especificar uma largura e altura, em pixels ou percentagem. Para além disso pode seleccionar entre 12 efeitos para a imagem redimensionada, desde uma simples rotação, até escala de cinza. O formato da imagem final pode também ser escolhido pelo utilizador, entre JPG, GIF ou PNG. Depois, é só gravar e usar!</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://vectormagic.stanford.edu/" target="_blank">Vector Magic</a><br />
Este serviço online permite transformar as imagens em formato vectorial. Uma imagem vectorial normalmente é composta por curvas, elipses, polígonos, texto, entre outros elementos, isto é, utilizam vectores matemáticos para sua descrição. Num trecho de desenho sólido, de uma cor apenas, um programa vectorial apenas repete o padrão, não tendo que armazenar dados para cada pixel.</p>
<p style="text-align: justify;">Este serviços web permite-nos converter online imagens em formato compactado, como o JPG por exemplo, em formato vectorial.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-515" title="imagem_vectormagic" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/imagem_vectormagic.jpg" alt="" width="425" height="163" /></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.youconvertit.com/ConvertFiles.aspx" target="_blank">Super Conversor Web</a><br />
Este serviço é polivalente e multi funcional. Com ele poderemos fazer muitíssimas tarefas, podemos converter online vídeos do YouTube, oferece um serviço de conversão de unidades e ainda um serviço de alojamento de ficheiros temporários, onde lhe é solicitado um endereço para receber o link onde poderá fazer o respectivo downlod. Muitas outras funções poderão ser descobertas neste fantástico serviço que, só a título de exemplo, tem mais de 150 possibilidades de conversão dentro das categorias imagens, vídeo, áudio e dados.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://audiko.net/en.html" target="_blank">Passe os seus MP3 favoritos para celular</a><br />
Nesta página do serviço é possível converter as suas músicas favoritas para celular. Basta fazer o upload da sua música em formato mp3 e de seguida escolher qual a parte da música mais lhe agrada, poderá ser o refrão por exemplo. Passados uns momentos terá um excerto de 20 segundos da parte da música que seleccionou. Há a possibilidade de fazer o download para o nosso computador, blog ou directamente através do celular (também suporta iPhone).</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.drop.io/" target="_blank">drop.io – O seu local privado!</a><br />
drop.io é um serviço que lhe permite partilhar imagens, dados, vídeos, musica simplesmente definindo quem poderá ter acesso a estes conteúdos, quando quer que expire o link que construiu, se tem ou não password de acesso ao conteúdo, entre outras possibilidades.</p>
<p>Pode descarregar dentro da sua conta um vídeo por exemplo e utilizar o mesmo embutido no seu site, por exemplo. Além disso o serviço permite ter acesso a estas possibilidades sem ter de criar um registo com e-mail e todas aquelas exigências desnecessárias.</p>
<h1>13 serviços de Web 2.0 desenvolvidos no Brasil</h1>
<p>A Web 2.0 brasileira cresceu e multiplicou. Há cerca de um ano, eram raros os serviços disponíveis. Hoje, é difícil fazer uma seleção sem cometer injustiças.</p>
<p>Veja 13 serviços de Web 2.0 desenvolvidos por brasileiros. A seleção buscou mostrar exemplos de sites nas mais diversas áreas.</p>
<p>Nesta lista você vai encontrar sites de mídia e favoritos sociais, despesas pessoais online e aplicativos para empresas, entre muitos outros. A ordem dos serviços é a alfabética.</p>
<p><a href="http://www.apontador.com.br/" target="_blank">Apontador</a><br />
O Apontador, site da primeira fase de internet, adaptou-se à Web 2.0. Ao estilo dos principais serviços de mapas, ele traz imagens de satélites e permite navegar pelas páginas apenas clicando e carregando.</p>
<p>Os serviços continuam parecidos, mas agora preparados para a nova era da internet. Você pode saber onde fica uma rua, traçar uma rota, verificar o trânsito e o clima. Além disso, pode marcar seus locais, como a residência ou o endereço do trabalho.</p>
<p>Outro recurso é a possibilidade de marcações pessoais nas regiões escolhidas, como comércio, imóveis, educação, esporte, gastronomia, governo, saúde, serviços, transportes e turismo.</p>
<p>É possível encontrar também algumas marcações de lojas feitas diretamente pelo Apontador, em um sinal de que o site está trabalhando em um serviço local de classificados via mapas.</p>
<p><a href="http://www.aprex.com.br/home.php" target="_blank">Aprex</a><br />
Os concorrentes do Aprex são o Google, a Microsoft e Yahoo, as três maiores empresas de internet do mundo. Nada que desanime os fundadores do serviço, uma das mais bem-sucedidas investidas de brasileiros na área de aplicativos online.</p>
<p>Os serviços online são calendário, lista de contatos, tarefas, disco virtual, blogs, enquetes, apresentações e e-mail marketing (as duas últimas ainda em beta).</p>
<p>O sócio-diretor do Aprex, Guilherme Coelho,  explicou porque acredita que o Aprex vai dar certo:</p>
<p>1) Simplicidade: a facilidade de uso é considerada melhor que a dos sites internacionais.</p>
<p>2) Integração: muitos dos serviços concorrentes não têm todos os recursos em um único lugar, como o Aprex.</p>
<p>3) Serviços profissionais: como um dos alvos do Aprex são as pequenas e médias empresas, as aplicações Web 2.0 contam com recursos de segurança, o que dá mais confiabilidade para quem usa.</p>
<p><a href="http://www.blogblogs.com.br/" target="_blank">Blogblogs</a><br />
O Blogblogs acabou de ganhar uma nova versão. O principal diretório de blogs brasileiros, desenvolvido por Manoel Lemos em um trabalho solitário, incorporou recursos, criou rankings e ficou mais parecido com o Technorati, o seu modelo de inspiração.</p>
<p>Agora, o Blogblogs traz um ranking com os principais blogs brasileiros. O critério é o mesmo do Technorati: o número de blogs que linkam para o seu blog é um sinal da sua popularidade. Se houver empate, o número de links é o critério para desempatar.</p>
<p>Mas o ranking é apenas um dos recurso que melhoraram e muito o Blogblogs. Agora, o dono de um blog pode cadastrar o seu blog, escolher os seus blogs favoritos, indexar seus posts e acrescentar suas tags. Se quiser, pode automatizar o “ping”, recurso que avisa o sistema do Blogblogs toda vez que um novo conteúdo está no ar.</p>
<p>Uma informação que estava na versão anterior, e agora não é mais encontrada, é a quantidade de blogs indexados. Em fevereiro, eram 143 mil.</p>
<p><a href="http://www.boo-box.com/html/pt/" target="_blank">Boo-box</a><br />
Esse é o serviço de Web 2.0 que maior repercussão conseguiu fora do Brasil. O Boo-box, que associa imagens e palavras a sites de comércio eletrônico, foi destaque no TechCrunch, considerado a principal referência do ramo internacionalmente.</p>
<p>A idéia é de dois brasilienses, Raphael Vasconcellos e Marco Gomes, que, em dezembro de 2006, ao verem uma foto da modelo brasileira Gisele Bündchen com o tênis All Star se questionaram: “E por que não comprar o tênis apenas clicando na imagem”?</p>
<p>Essa é a concepção do Boo-box. Os blogueiros colocam um script em sua página e depois, na hora de publicar o texto, acrescentam um tag na imagem e no texto.</p>
<p>Simples assim. Para dar certo, o Boo-box terá de provar a eficiência do seu modelo e ter parcerias com lojas de prestígio do comércio eletrônico brasileiro e internacional (sim os objetivos são além mar). Não é demais registrar que modelos para que blogueiros ganhem dinheiro não faltam: do Google ao UOL.</p>
<p><a href="http://www.camiseteria.com/" target="_blank">Camiseteria</a><br />
Você já ouvir falar de rede social, mídia social e outras formas de colaboração que estão surgindo na esteira da Web 2.0, não? E comércio social? Que tal dar uma olhada no Camiseteria, do blogueiro e um dos pioneiros da Web 2.0 nacional, Fábio Seixas.</p>
<p>O Camiseteria é um site que vende camisetas com estampas feitas pelos próprios usuários, que enviam pela internet e passam pelo crivo dos internautas em uma votação aberta.</p>
<p>A votação de cada estampa dura 10 dias corridos e durante esse período qualquer usuário cadastrado no site poderá votar.</p>
<p>Após os 10 dias, a estampa sai de votação e recebe uma nota média final, que fica disponível no perfil do autor. Os vencedores recebem R$ 350 em dinheiro e R$ 350 em produtos.</p>
<p>Quem quiser comprar uma camiseta da coleção do Camiseteria, no entanto, vai ter de colocar a mão no bolso. Elas custam até 55 reais.</p>
<p><a href="http://www.debit.com.br/" target="_blank">Debit</a><br />
A burocracia é um monstro feito sob medida para os contadores. Mas esse demônio começa a ser domado por um preço razoável e com controle total pela Web.</p>
<p>O Debit não é um serviço para usuários finais, mas sim para pequenas e médias empresas e profissionais liberais.</p>
<p>Entre os serviços estão o Debit Atualiza, que faz cálculos de correção monetária, de juros, multas, custas e honorários, e o Debit Trabalhista, para cálculos como diferenças salariais, 13º salário, encargos como IRFF e INSS.</p>
<p>Alguns aplicativos online são gratuitos, como o Debit SAC, para controle do serviço de atendimento a clientes, e o Debit Ponto, para controle de cartões de ponto.</p>
<p><a href="http://www.dicasp.com.br/" target="_blank">DicaSP</a><br />
Ninguém percebeu, mas a poderosa editora Abril está fazendo um teste na Web 2.0, usando a base de dados de bares e restaurantes da Veja São Paulo.</p>
<p>O modelo é simples. Os usuários podem procurar bares e restaurantes, mas não incluir os seus preferidos. Os internautas registrados podem criticar, comentar e indicar um local.</p>
<p>Você pode montar a sua lista de lugares preferidos em São Paulo, deixar seus comentários, navegar pela lista de outras pessoas e até marcar encontros e happy hours.</p>
<p>É possível saber quais são os lugares mais populares e, para desgostos de alguns proprietários, os menos populares.</p>
<p>No site, não há nenhuma referência sobre quem é a empresa por trás do empreendimento. Na home da Veja São Paulo, apenas uma chamada discreta para a nova comunidade.</p>
<p><a href="http://www.garimpar.com.br/favoritos/" target="_blank">Garimpar</a><br />
Você não precisa garimpar muito para saber qual é a inspiração do Garimpar, um site de favoritos sociais, cujo modelo é baseado do del.icio.us, serviço popular entre os norte-americanos e também entre os brasileiros.</p>
<p>A idéia é simples. Em vez de guardar os seus favoritos na desktop, o serviço permite que eles sejam salvos na internet, classificados com etiquetas, chamadas na Web 2.0 de tags. Assim, de qualquer lugar, você pode acessar o conteúdo.</p>
<p>Os favoritos salvos em sua conta podem ser públicos, privados ou anônimos. Conforme você vai adicionando novos conteúdos, sua nuvem de tag vai sendo formada. Mas o Garimpar tem ainda que melhorar para se comparar ao seu par norte-americano.</p>
<p>O serviço brasileiro não tem uma nuvem com as tags mais comuns, nem permite navegar por categorias para saber os itens mais populares. Reflexo, talvez, do seu baixo ainda número de usuários.</p>
<p><a href="http://www.overmundo.com.br/" target="_blank">Overmundo</a><br />
Criado pela parceria entre o chairman do iCommons, Ronaldo Lemos, o antropólogo Hermano Vianna e o advogado Marcelo Zacchi, o OverMundo é considerado o primeiro site apoiado pelo Governo a explorar a Web 2.0.</p>
<p>Definida por Lemos como “jornalismo cidadão”, a iniciativa permite que usuários publiquem textos de assuntos diversos, que carregam a licença Creative Commons e tragam a mínima relação com cultura nacional.</p>
<p>Após a publicação, a comunidade do Overmundo pode votar e categorizar as notícias, no mesmo sistema proposto pelo Digg.</p>
<p><a href="http://www.peqno.com/" target="_blank">Peqno</a><br />
Na primeira fase da internet, durante o ano 2000, um bom plano de negócios envolvia um serviço para o mercado latino-americano, modelo consagrado pela StarMedia, e a abertura de capital na Nasdaq, modelo consagrado pela StarMedia.</p>
<p>Na era Web 2.0, não há ambições de abrir o capital &#8211; afinal, na maioria dos casos não há capital &#8211; mas a América Latina cedeu espaço para, simplesmente, o mundo. Isso mesmo. Software como serviço permite que você atinja vários países, sem a necessidade de subsidiárias e investimentos em estruturas físicas.</p>
<p>Basta um servidor na mão e um bom plano de negócios. Tome o exemplo do Peqno, um site de dois catarinenses cuja missão é simples: transformar URLs gigantes em pequenas, com diz o nome.</p>
<p>O Peqno.com surgiu primeiro em inglês. Já tem versão em português e espanhol. Prepara-se para lançar o site em italiano e alemão. E o objetivo é também ser entendido pelos chineses, o maior mercado em expansão do planeta. A versão em mandaria, dizem os fundadores, está a caminho.</p>
<p><a href="http://rec6.via6.com/" target="_blank">Rec6</a><br />
Não faltam candidatos ao Digg nacional. Entre eles, <a href="http://www.eucurti.com.br/" target="_blank">EuCurti</a>, <a href="http://www.linkk.com.br/" target="_blank">Linkk</a> e <a href="http://www.outrolado.com.br/" target="_blank">OutroLado</a>. Nenhum deles ainda chegou perto do Rec6, que foi adotado principalmente pela comunidade de tecnologia.</p>
<p>Além de um visual mais limpo, próprio do estilo de design da Web 2.0, o Rec6 é mais rápido e fácil de se cadastrar que seus pares. Além disso, foi incorporando ferramentas que o torna ainda melhor.</p>
<p>Uma delas é um widget, ainda é em beta, outra característica da Web 2.0, que permite ao usuário saber em que notícias votou, as notícias dos seus contatos e as notícias do seu interesse.</p>
<p>Um recurso recém-lançado mantém o internauta mais tempo dentro do Rec6. Ao clicar em uma notícia, o leitor é direcionado para a página do conteúdo. Uma barra na lateral esquerda, relaciona outras notícias do Rec6 associadas com aquele conteúdo.</p>
<p>Para ser um editor do Rec6 ou votar na notícias, é preciso se cadastrar no Via6, uma comunidade profissional dos meus fundadores do Rec6. Nada que vá doer.</p>
<p>As duas, Rec6 e Via6, acabaram de receber um investimento de capital de risco da Confrapar, cujo valor não foi revelado.</p>
<p><a href="http://spesa.com.br/" target="_blank">Spesa</a><br />
Se o mês é grande demais para caber no seu salário, está na hora de controlar e saber quais são os seus gastos. Essa é a proposta do Spesa, um aplicativo que ajuda a controlar as despesas pessoais.</p>
<p>Os usuários dos browsers Firefox e do sistema operacional Mac OS X, da Apple, podem baixar widgets e ter na tela do seu desktop um aplicativo com todas as informações de sua movimentação: dos débitos aos créditos.</p>
<p>Lançado em fevereiro, o site tinha 861 contas criadas e registrados em sua base de dados 4.531 lançamentos e 904 agendamentos. Você pode acompanhar tudo também através de RSS. O serviço é gratuito.</p>
<p><a href="http://videolog.uol.com.br/" target="_blank">Videolog</a><br />
Você não pode imaginar o quanto é dura, e quente, a vida nos trópicos. Pegue o exemplo do Videolog, que em dezembro anunciou acordo com o portal UOL.</p>
<p>O Videolog surgiu nove meses antes do YouTube e com o mesmo conceito que levou o site de compartilhamento de vídeos norte-americano a ser adquirido pelo Google por 1,6 bilhão de dólares em 2006.</p>
<p>É claro que a versão brasileira não vale essa quantia. O que pode também ser visto de uma forma positiva. Não haverá também uma Viacom pedindo 1 bilhão de dólares em indenização por violação de direitos autorais.</p>
<p>A qualidade dos vídeos do Videolog é boa e também não deixa a desejar ao YouTube.  O que falta é ainda a grande variedade é que possível encontrar no site norte-americano. Entre os brasileiros, consolida-se como a melhor opção.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;"><em>Idgnow | Peopleware</em></span></p>
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		<title>Manual de marketing no Twitter</title>
		<link>http://webtopia.com.br/blog/manual-de-marketing-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:19:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[Twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/" title="Dica">Dica</a><a href="http://webtopia.com.br/blog/category/marketing/" title="Marketing">Marketing</a></p>@awebtopia Se você tem lido publicações especializadas em negócios e marketing nos últimos 2 anos, já está convencido do poder do Twitter para o seu produto, serviço, marca ou sua carreira. Todos as principais revistas, jornais e portais vêm dedicando bastante espaço para esse fenômeno da internet; atraindo executivos do alto escalão das empresas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><span style="color: #99ccff; text-decoration:none;"><a href="https://twitter.com/awebtopia" target="_self">@awebtopia</a></span></p>
<p style="text-align: center"><img class="size-full wp-image-470 aligncenter" style="margin: 0px; border: 0px none currentColor;" title="100210_dicas_mkt_twitter" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/100210_dicas_mkt_twitter.jpg" alt="100210_dicas_mkt_twitter" width="495" height="131" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se você tem lido publicações especializadas em negócios e marketing nos últimos 2 anos,  já está convencido do poder do Twitter para o seu produto, serviço, marca ou sua carreira. Todos as principais revistas, jornais e portais vêm dedicando bastante espaço para esse fenômeno da internet; atraindo executivos do alto escalão das empresas a criarem  uma conta. De Bill Gates a Richard Branson passando por Eric Schmidt. Além disso, milhares de blogueiros e micro empresas descobriram no Twitter uma ferramenta única de relacionamento e prospecção de clientes.</p>
<p>Selecionei as 33 melhores dicas para se tirar o máximo dessa ferramenta sem erros. Elas estão separadas por categoria: geral (para todos), empresas (twitter de marca ou produto) e pessoal. Todas as dicas foram extraídas do Powerpoint “<a href="http://abrandando.blogspot.com/2010/01/140-twitter-tips-view-more.html" target="_blank">140 Twitter Marketing Tips</a>”.</p>
<div align="center"><img class="size-full wp-image-471   aligncenter" style="margin: 0px; border: 0px none currentColor;" title="100210_twt1" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/100210_twt1.gif" alt="100210_twt1" width="209" height="120" /></div>
<p style="text-align: justify;">- A cada tweet você dá às pessoas duas opções: retweet ou unfollow. <span style="color: #99ccff;">@claymabbitt</span></p>
<p>- Lembre-se que tweet significa piar, não cacarejar.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@Arsene333 </span>Pense no Twitter como sua própria campanha de relações públicas.</p>
<p>- Você não vai entender social media até você usar. <span style="color: #99ccff;">@VisitFingerLake</span></p>
<p>- Twitter é um grande crivo. CEOs, gurus e pessoas comuns todos têm que dar o melhor de si em 140 caracteres. <span style="color: #99ccff;">@karamartens</span></p>
<p>- Não planeje demais nem teste demais. Apenas faça e veja se funciona. <span style="color: #99ccff;">@tushin</span></p>
<p>- Todos tweets são lidos &#8211; não apenas os sobre sua marca ou marketing. Tenha cuidado com o que você diz!</p>
<p>- Não fique preso! Fale com as pessoas que gastam tempo mencionando você, seguindo você ou mandando direct message pra você.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@sarahebuckner</span>: Fico louca quando as pessoas passam horas sem postar e então postam 9 vezes seguidas. Se fizer isso com frequência, eu paro de seguir.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@Arsene333</span>: Antes de você clicar em enviar pergunte a si mesmo: “eu seguiria essa pessoa com base neste único tweet?” Se for sim, clique enviar.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@jecates</span> Seguir milhares de pessoas esperando receber mais atenção é mais provável que você seja bloqueado do que seguido.</p>
<div align="center"><img class="size-full wp-image-472  aligncenter" style="margin: 0px; border: 0px none currentColor;" title="100210_twt2" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/100210_twt2.gif" alt="100210_twt2" width="209" height="120" /></div>
<p>- Não apenas fale sobre seu produto, fale sobre sua expertise e fale sobre isso com os consumidores e potenciais consumidores.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@MoxieMarketing</span> crie uma estratégia antes de pular no Twitter. O que você quer com isso? Quem você quer alcançar?</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@KevinEikenberry</span> Os 3 P’s do mkt no Twitter é ser Provocativo, Proporcionar valor e, o mais importante, Pessoal.</p>
<p>- Ater-se a mensagens é perigoso. Aprenda a se adaptar e ouça o que eles estão falando sobre seu produto/serviço.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@LindsayManfredi</span> Twitter se trata de construir relacionamento e confiança. Use-o de forma inteligente e as pessoas entenderão isso. Por favor, não tente me vender nada.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@JustShireen</span> Fale. Intereaja, responda. Isso deveria ser uma conversa, não discurso de vendas.</p>
<p>- Colocar um nome de verdade e um rosto permite consumidores associarem a sua marca ao nível pessoal.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@LisaMarieDias</span> tenha em mente; mesmo que você não tenha uma multidão de seguidores, com um único tweet você está enviando para a gigantesca rede.</p>
<p>-<span style="color: #99ccff;"> @hendrylee</span> A experiência nos disse que os primeiros a adotarem uma tecnologia em marketing conquistam uma vantagem injusta sobre os outros que chegam depois.<br />
- Lembre-se que Twitter é comunicação, não marketing. Foque-se em agregar valor à conversa, não vender algo pra alguém.</p>
<div align="center"><img class="aligncenter size-full wp-image-473" style="margin: 0px; border: 0px none currentColor;" title="100210_twt3" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/100210_twt3.gif" alt="100210_twt3" width="209" height="120" /></div>
<p>- Twitter é tão bom quanto as pessoas que você segue.  <span style="color: #99ccff;">@lookwebdesign</span></p>
<p>- Você é a marca!!! Ninguém mais. Você está se vendendo como pessoa e mostrando que vale à pena ser seguido.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@jacobm</span> Exclua as pessoas que você segue se eles não acrescentarem nada a você.</p>
<p>- Sério, eu realmente não estou nem aí pro que você almoçou hoje. Mas eu gostaria de saber sobre seu momento de inspiração quando cria algo <span style="color: #99ccff;">@jennypratt</span></p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@jacobm</span> Siga pessoas que VOCÊ acha interessante, não siga apenas porque todo mundo acha.</p>
<p>- Se alguém que você conhece tem ótimas novidades (ex: ser promovido), mas é modesto demais pra twittar sobre, considere você mesmo twittar a novidade. <span style="color: #99ccff;">@appellatelaw</span></p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@KristieKreation </span>Não apenas retweet, poste links e citações!! Não deixe de estimular conversas para que os outros conheçam um pouco de você.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@FranchiseKing</span> Tweet um press-release recente seu ou post do seu blog por dia, misture com outros links úteis, artigos relevantes e blog posts.</p>
<p>- Twitter funciona melhor quando integrado. Use para complementar blogs e outras redes sociais.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@bnyquist</span> Nunca ou pelo menos não constantemente mude seu avatar, é uma das únicas coisas que garante consistência à sua marca online.</p>
<p>- Choque os outros com sua honestidade. Geralmente, ao menos uma pessoa se identificará com ela.</p>
<p>- <span style="color: #99ccff;">@makingcjc</span> Aprenda como RT, isso não apenas lhe manterá ativo, mas faz as outras pessoas saberem o que você acha interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #888888;">Por Sylvio R.</span></em></p>
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		<title>Publicar em papel? Pra quê?</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>web.topia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Posted in <a href="http://webtopia.com.br/blog/category/dica/livros/" title="Livros">Livros</a></p>Nove entre dez escrevinhadores que me aparecem, desejam, ardentemente, publicar em livro. Não sou editor de livros, sou editor de internet, mas pressinto que – na maioria dos casos – o meu site é visto como um ritual de passagem para finalmente, um dia, estrear em livro. Continua como uma das mais fortes ilusões, mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Nove entre dez escrevinhadores que me aparecem, desejam, ardentemente, publicar em livro. Não sou editor de livros, sou editor de internet, mas pressinto que – na maioria dos casos – o meu site é visto como um ritual de passagem para finalmente, um dia, estrear em livro. Continua como uma das mais fortes ilusões, mesmo nos dias de hoje. Aqui, eu pretendo demonstrar, contudo, que publicar em livro pode ser – como aliás é, na maior parte das vezes – uma tremenda de uma fria. E por uma razão bastante simples: muito do que se espera de um livro com o próprio nome na capa, a internet já oferece, de graça, para estreantes na arte da escrita.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais fácil, em termos de raciocínio – e para não dizerem que eu generalizo – tomar o meu caso, nos verdes anos em que eu ainda escrevia. Eu pegava um livro do Rubem Fonseca, por exemplo. Olhava a capa, virava, apalpava, apreciava a lombada. Naquela época – os anos 90 –, os livros da Companhia das Letras eram tão incomparavelmente mais bonitos que todo mundo queria publicar por ela. (Ainda querem, eu sei&#8230;) Eu escrevia mas, provavelmente, não queria fazer literatura – eu queria publicar. Ter meu nome nas estantes. Ir ao Jô Soares e impressionar o mesmo jovem da minha idade que, de repente, entrando numa livraria, se aventuraria a comprar um livro. Eu não sabia nada da vida dos escritores. Eu não tinha nenhuma noção de como funcionava o mercado editorial. Mas eu me achava bom, acreditava, claro, que merecia ser (re)conhecido – e publicar, então, era meu objetivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os jovens escrevinhadores, de lá pra cá, não mudaram muito. A diferença é que, além do Rubem Fonseca, podem, agora, lamber com os olhos os livros de escritores estreantes – tão ruins ou piores do que seu potencial público leitor. De modo que é bastante freqüente a pergunta: “Se até esse sujeito publica, por que eu não posso (também publicar)?”. Pode. Não custa tão caro; algumas editoras até se dispõem a fazê-lo&#8230; (traindo, naturalmente, sua função primordial de “editar”). A questão é que, depois de publicar, não acontece nada. Não acontece nada do que você, jovem escrevinhador, imaginava que fosse acontecer. Pergunte para os blogueiros-escritores. Eles estão disponíveis aí na internet, no e-mail. Os livros fizeram deles, autores, mais conhecidos do que já eram com seus blogs? A resposta é: não. A resposta é: existem, atualmente, blogueiros mais famosos do que autores de livros lançados aos montes no mercado editorial.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos agora ver onde está o erro de quem almeja publicar em livro. Em primeiro lugar – apesar da quantidade de livros de novatos que você encontra –, o autor novo é considerado um “mico” pelos profissionais do mercado. Pergunte a qualquer agente literário. Pergunte a qualquer livreiro. Autores novos chegam semi-analfabetos, com seus originais, às editoras; algumas os lançam mas, depois, não conseguem nem distribuir; afinal, ninguém os conhece, nenhuma livraria quer&#8230; E é igual na mídia: neste mundo de autores de best-sellers que publicam todo ano (nacionais e estrangeiros), e das reedições infinitas (e traduções novas – a moda agora são os autores russos), não sobra espaço para a divulgação de estreantes. E os livros deles são ruins! Muito comumente, os autores pagam para publicar – e o editor termina por se eximir da sua única obrigação (editar, mais uma vez). “O leitor que julgue”, dizem. Coitado do leitor: tem de arcar com quase todo o prejuízo sozinho.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-407 alignleft" style="border: 0px none currentColor;" title="Gutenberg_presse" src="http://webtopia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/Gutenberg_presse.jpg" alt="Gutenberg_presse" width="210" height="216" />Seguindo essa cadeia de premissas: o dono da livraria não pega para vender (porque sabe que não vende), então ninguém vê exposto, portanto ninguém compra; o jornalista não pega para ler (porque, quando tenta, estatisticamente, não consegue avançar), assim ninguém fica sabendo e, de novo, ninguém compra. Resultado: o autor estreante não alcança seus potenciais leitores; termina menos conhecido – e, com certeza, mais pobre – do que antes. Ah, eu sei: você pode ter uma idéia genial, que ninguém ainda teve; convencer, ao mesmo tempo, o editor, o livreiro, o divulgador e o leitor. E vai ser, óbvio, um sucesso estrondoso. Mas você se esqueceu? Você é um autor novo! Para todos os efeitos, ninguém vai olhar para a sua cara. Os editores estão cansados dos originais sem qualidade que recebem de desconhecidos todos os dias; os livreiros estão escaldados por ter de pagar a conta das pequenas editoras falidas; o resenhista não tem mais paciência para as primeiras páginas que não o convencem da leitura; e os leitores, por causa de tudo isso, não vão chegar a saber que você existe (você e seu livro).</p>
<p style="text-align: justify;">Qual a solução? Se matar? Não, ainda&#8230; Desde os anos 90, existe um negócio chamado internet (não sei se você sabe&#8230;). E desde os anos 2000, ou desde antes, existe um negócio chamado blog. O autor, qual seja, não precisa mais esperar por um editor, para ter seus escritos publicados. Nem precisa de alguém para distribuir, para divulgar. Só precisa ter leitores; ou seja, como qualquer escritor (publicado ou não), precisa ir conquistando leitores aos poucos. E esse é hoje o verdadeiro teste para dizer se um autor é bom ou não (se quiserem, publicável ou não): a audiência on-line. Na internet, no blog, ninguém está olhando para a embalagem que envolve seus escritos; ninguém está ligando para o local onde sua obra foi exposta. Se você for bom, você vai ter leitores, ponto. (Que é o que interessa, no final das contas.)</p>
<p style="text-align: justify;">Mais uma coisinha: os leitores da internet, os leitores de hoje, não estão acostumados a ler “contos”, “novelas”, “romances” (seja menos pretensioso&#8230;). Os internautas – o grosso do potencial público leitor – estão voltando a ler aos poucos. Então não me venha com contos que “experimentam” com a linguagem, nem com romances desestruturados e com centenas de páginas. Escreva para a internet; a internet é o grande laboratório hoje. E os feedbacks vêm na hora: você não tem de esperar o leitor se convencer a procurar o livro, comprar, ler inteiro, para, só assim, gostar ou não. É muito difícil, custa dinheiro e – vamos admitir – você é um autor novo: você ainda não é suficientemente importante para ele, leitor, a ponto de justificar todo esse dispêndio de energia e tempo. Seja franco: você compraria um livro de um autor desconhecido? E, se ganhasse de presente, você leria? Não tenha vergonha de admitir, eu também não faria nenhuma das duas coisas em princípio. Agora se me mandassem um link para um blog, – como você – eu leria. São muitos blogs, sim, mas eu tento ler. Agora, os livros&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Conheço um blogueiro que é muito mais conhecido do que seus livros de títulos horríveis. E ele é um blogueiro tão bom – tão, assustadoramente, bom – que ninguém tem coragem de dizer para ele que os seus livros são ruins. Então ele insiste; e, de tempos em tempos, anuncia que vai largar esse negócio de blog, que ele não quer envelhecer blogando, que ele é, acima de tudo, um escritor (!). Evidentemente, não garanto que, se você for um blogueiro competente, você vá publicar, como quer, um livro em papel. Mas vai ficar mais perto do que as pessoas querem ler hoje; não vai ter de esperar anos, ou a vida inteira até, para constatar que seus livros são uma porcaria. Ambições literárias são saudáveis para quem escreve, mas publicar um livro não pode ser o único fim hoje. Publicar, como diz o clichê, é tornar público – e, nesse sentido, a internet vai muito mais longe do que o livro. Pense nisso.</p>
<p style="text-align: right;"><span style="color: #888888;">Julio Daio Borges</p>
<p>http://www.digestivocultural.com/</span></p>
<p style="text-align: justify;">
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